segunda-feira, 13 de julho de 2009

MORRE PINA BAUSCH






Philippine Bausch, mais conhecida como Pina Bausch (Solingen, 27 de julho de 1940Wuppertal, 30 de Junho de 2009), foi uma coreógrafa, dançarina, pedagoga de dança e diretora de balé alemã.

Conhecida principalmente por contar histórias enquanto dança, suas coreografias eram baseadas nas experiências de vida dos bailarinos e feitas conjuntamente. Várias delas são relacionadas a cidades de todo o mundo, já que a coreógrafa retirava de suas turnês idéias para seu trabalho.

Entre os seus temas recorrentes estavam as interações entre masculino e feminino - uma inspiração para Pedro Almodóvar, em cujo filme, Fale com ela, Pina aparece em uma bela sequência de dança.

Foi diretora da Tanztheater Wuppertal Pina Bausch, localizada em Wuppertal. A companhia tem um grande repertório de peças originais e viaja regularmente por vários países.


E MORRE MICHAEL JACKSON


Michael Joseph Jackson (Gary, 29 de agosto de 1958Los Angeles, 25 de junho de 2009) foi um cantor, compositor, ator, dançarino, publicitário, escritor, produtor, poeta, instrumentista, estilista e empresário dos Estados Unidos.

Começou a cantar e a dançar aos cinco anos de idade, iniciando-se na carreira profissional aos onze anos como vocalista dos Jackson 5; começou logo depois uma carreira solo em 1971, permanecendo como membro do grupo. Apelidado nos anos seguintes de King of Pop ("rei do pop"), cinco de seus álbuns de estúdio se tornaram os mais vendidos mundialmente de todos os tempos: Off the Wall (1979), Thriller (1982), Bad (1987), Dangerous (1991) e HIStory: Past, Present and Future – Book I (1995). Lançou-se em carreira solo no início da década de 1970, ainda pela Motown, gravadora responsável pelo sucesso do grupo formado por ele e os irmãos. Em idade adulta, gravou o álbum mais vendido da história, Thriller.

No início dos anos 1980, tornou-se uma figura dominante na música rock[1] e música popular e o primeiro cantor afro-americano a receber exibição constante na MTV. A popularidade de seus vídeos musicais transmitidos pela MTV, como "Beat It", "Billie Jean" e "Thriller" são creditados como a causa da transformação do vídeo musical em forma de promoção musical e também de ter tornado o então novo canal famoso. Vídeos como "Black or White" e "Scream" mantiveram a alta rotatividade dos vídeos de Jackson durante a década de 1990. Foi o criador de um estilo totalmente novo de dança, utilizando especialmente os pés. Com suas performances no palco e clipes, Jackson popularizou uma série de complexas técnicas de dança, como o Robot e o Moonwalk. Seu estilo diferente e único de cantar, bem como a sonoridade de suas canções influenciaram uma série de artistas nos ramos do hip hop, dance e R&B.

Jackson doou milhões de dólares durante toda sua carreira a causas beneficentes por meio da Dangerous World Tour, compactos voltados à caridade e manutenção de 39 centros de caridades. No entanto, outros aspectos da sua vida pessoal, como a mudança de sua aparência, principalmente a da cor de pele devido ao vitiligo e geraram controvérsia significante a ponto de prejudicar sua imagem pública. Em 1993 foi acusado de abuso de crianças, mas a investigação foi arquivada devido a falta de provas e Jackson não foi a tribunal. Depois, casou-se e foi pai de três filhos, todos os quais geraram controvérsia do público. O cantor teve experiências com crises de saúde desde o início dos anos 90 e sofreu também comentários sobre sua situação financeira. Em 2005, Jackson foi julgado e absolvido das alegações de abuso infantil.

Um dos poucos artistas a entrarem duas vezes ao Rock And Roll Hall of Fame, seus outros prêmios incluem uma série de recordes certificados pelo Guinness World Records - um deles para Thriller como o álbum mundialmente mais vendido de todos os tempos - dezenove Grammys em carreira solo e seis Grammys com The Jacksons e 41 canções a chegar ao topo das paradas como cantor solo - e vendas que superam as 750 milhões de unidades mundialmente,[2] sendo que alguns empresários da Sony já registram a incrível marca de mais de 1 bilhão.[3] Sua vida, constantemente nos jornais, somada a sua carreira de sucesso como rock superstar fez dele parte da história da música rock e cultura popular por mais de quatro décadas.[4] Nos últimos anos, foi citado como a personalidade mais conhecida mundialmente.

quinta-feira, 9 de julho de 2009

segunda-feira, 4 de maio de 2009

DÁ-LHE CORINTHIANS CAMPEÃO INVICTO PAULISTA



Após seis anos, o Corinthians é novamente campeão paulista. Há 71 anos, o Timão não era campeão estadual invicto. Desde 1972, uma equipe não era campeã dessa forma. Em 2009, o Corinthians quebrou escritas. Ao contrário do que prevê o melhor estilo corinthiano, o 26º sexto título do Timão na competição saiu sem sofrimento.

Em um Pacaembu lotado e quase sempre no comando do confronto, o time do Parque São Jorge segurou a pressão santista. Podendo perder por até dois gols de diferença, a experiência corinthiana falou mais alto. O time não se abalou com a pressão nem com o gol sofrido e teve personalidade para reagir e administrar o confronto. No segundo tempo, apenas administrou o empate por 1 a 1.

Como era de se esperar, o Santos começou o jogo indo para cima. Logo no primeiro minuto, Kléber Pereira desperdiçou sua primeira chance. O Timão respondeu de imediato com André Santos, mas os rivais pressionavam. Com mais posse de bola, os santistas, por outro lado, não conseguiam criar uma chance clara. Ela veio apenas aos 28 minutos após pênalti de Felipe no camisa 9 rival. O próprio Kléber Pereira bateu e abriu o placar.

O gol dos visitantes não calou o Pacaembu. Pelo contrário, a Fiel passou a gritar ainda mais. E a reação foi quase imediata. Aos 33, André Santos recebeu de Dentinho e chutou forte, fuzilando Fábio Costa: 1 a 1. Os santistas sentiram o baque e não conseguiram manter o ritmo inicial, enquanto o Corinthians cresceu na partida e passou a controlá-la. Aos 44, Douglas recebeu em liberdade e quase fez um golaço.

A segunda etapa começou igual à primeira. Ainda precisando fazer três gols na melhor defesa do campeonato, o Santos tentou ir para cima, mas o Corinthians voltou recuado. Esperando o adversário errar para explorar o contra-ataque, não demorou muito para que a equipe passasse a administrar a partida, enquanto a Fiel seguia fazendo festa nas arquibancadas.

Em nenhum momento o Santos ameaçou tirar a taça do Timão. A pressão prevista para o segundo tempo não se concretizou, o clube da capital jogava apenas esperando o tempo passar e aos 30min a torcida já comemorava a conquista. Tentando ir ao ataque, Vagner Mancini, treinador do rival, mexia em seu time como podia.

Mano Menezes, por sua vez, usou suas alterações para administrar a partida. Na primeira delas, o meia Douglas deu lugar ao volante Fabinho. Na segunda, Dentinho, muito caçado pelos adversários, saiu para a entrada de Morais. Enquanto o Corinthians tocava a bola, nervosos, alguns jogadores santistas passaram a cometer faltas. Aos 39min, Domingos derrubou André Santos e foi expulso.

Nada que atrapalhasse a festa corinthiana no Pacaembu. O empate veio com gosto de vitória. Desde 1955, o Timão não comemorava uma conquista no estádio que adota como casa. Com o troféu e como canta a Fiel Torcida, firma de vez seu retorno à elite do futebol nacional e se distancia dos demais rivais como o maior vencedor do Estadual. Mais do que isso, fica registrada a volta de Ronaldo. Com a camisa alvinegra, o Fenômeno marcou gols em todos os grandes rivais e foi peça fundamental na campanha vitoriosa.

Agora, o Corinthians concentra suas forças para a Copa do Brasil pensando em sua volta à Copa Libertadores. Na próxima quarta, recebe o Atlético-PR e precisa de uma vitória simples para seguir no torneio. Depois disso, o foco vira o Brasileirão, que começa no próximo final de semana contra o Inter, no Pacaembu.

AUGUSTO BOAL


Augusto Pinto Boal (Rio de Janeiro, 16 de março de 1931 - Rio de Janeiro, 2 de Maio de 2009) foi diretor de teatro, dramaturgo e ensaísta brasileiro, uma das grandes figuras do teatro contemporâneo internacional. Fundador do Teatro do Oprimido, que alia o teatro à ação social, suas técnicas e práticas difundiram-se pelo mundo, notadamente nas três últimas décadas do século XX, sendo largamente empregadas não só por aqueles que entendem o teatro como instrumento de emancipação política mas também nas áreas de educação, saúde mental e no sistema prisional.

Nas palavras de Boal:


«O Teatro do Oprimido é o teatro no sentido mais arcaico do termo. Todos os seres humanos são atores - porque atuam - e espectadores - porque observam. Somos todos 'espect-atores'. [1]»


O dramaturgo é conhecido não só por sua participação no Teatro de Arena da cidade de São Paulo (1956 a 1970), mas sobretudo por suas teses do Teatro do oprimido, inspiradas nas propostas do educador Paulo Freire.

Tem uma obra escrita expressiva, traduzida em mais de vinte línguas, e suas concepções são estudados nas principais escolas de teatro do mundo. O livro Teatro do oprimido e outras poéticas políticas trata de um sistema de exercícios ("monólogos corporais"), jogos (diálogos corporais) e técnicas de teatro-imagem, que, segundo o autor, podem ser utilizadas não só por atores mas por todas as pessoas.

O Teatro do oprimido tem centros de difusão nos Estados Unidos, na França e no Brasil, na cidade do Rio de Janeiro, Santo André e Londrina.